Rogério Feltrin, baixista e fundador da banda Rosa de Saron, foi entrevistado pela equipe de jornalismo da Codimuc, e na ocasião avaliou o ano de 2008 e também falou sobre os projetos para 2009. Confira a entrevista:
A banda
Rosa
de Saron está vivendo uma nova fase. Depois de
completar 20 anos de carreira, em 2008, num ano cheio de
realizações, o grupo inicia 2009 com um novo contrato de
distribuição para o DVD Rosa de Saron Acústico e ao vivo,
numa parceria entre a banda e as gravadoras CODIMUC e Som Livre. A
partir de fevereiro, a banda Rosa de Saron deve chegar à grande
mídia.
Em entrevista ao jornalismo da CODIMUC, o baixista e fundador da
banda, Rogério Feltrin fez uma avaliação do ano de 2008 e falou
também sobre a nova fase e os projetos para 2009.
CODIMUC - O ano de 2008 foi especial para
vocês não só pelo aniversário de 20 anos da banda, mas também por
ter sido um ano de grandes realizações. Até o vocalista, Guilherme
de Sá, atacou de ator. Como vocês avaliam o ano que passou e
que marcas ele deixou em cada um de vocês em particular e na banda
como um todo?
Rogério - Verdade, o Guilherme mandou muito bem no
papel de filho mala (risos). Ou ele nasceu para o papel ou é muito
talentoso. Eu acho que são as duas coisas (risos). Bom, falando
sério, 2008 foi muito puxado, cansativo até, mas as recompensas
vieram além da medida. O ano acabou faz pouco tempo e na verdade eu
acho que vai ser interessante olhar para 2008 daqui a alguns anos,
já com certo distanciamento, porque tenho certeza de que veremos
como um ano que marcou nossas vidas. Não pelas realizações e
conquistas em si, mas pela forma como as vivenciamos. Foi tudo
vivido com muita intensidade e emoção. Acho que vai marcar o
sentimento de gratidão a Deus.
CODIMUC - No final do ano passado, vocês fecharam um
contrato com a Som Livre para distribuição do CD/DVD Rosa de Saron
Acústico e ao vivo, o que alguns fãs da comunidade da banda no
Orkut chamaram de Grand Finale. Como vocês estão vivendo esse
momento e quais as expectativas?
Rogério - Interessante que no dia da gravação do
DVD e também quando escrevi o livro, eu disse que acreditava que
esse DVD seria o encerramento de um ciclo e o início de outro. Na
época, nem existia a ideia de que um dia seríamos procurados
pela Som Livre, e agora eu vejo o quanto foram proféticas essas
palavras. Se a gente fosse lançar na SL um novo trabalho, então o
DVD seria o encerramento de um ciclo e o novo trabalho seria o
começo de um novo ciclo. Mas o DVD cumpriu exatamente esse papel,
tanto de encerrar com chave de ouro uma fase quanto de estrear
outra. Não passava pela minha cabeça que o que eu disse e escrevi
se concretizasse de forma tão literal. Isso para mim foi
sobrenatural.
Por tudo isso, estamos vivendo esse momento com confiança e
tranqüilidade. E praticamente com a mesma expectativa dos fãs,
tentando imaginar até onde isso pode alavancar o trabalho, a
evangelização. Eu tento manter os pés no chão porque estar em uma
gravadora grande não é tudo na vida de um artista, é preciso muito
trabalho para que a coisa aconteça. Mas trabalhar bastante nunca
foi problema para o Rosa, então estamos otimistas demais. Acho que
essa "explosão" do Pe. Fabio de Mello jogou a expectativa das
pessoas lá em cima, mas temos que reconhecer que o que aconteceu
com ele foi um fenômeno. E fenômenos não acontecem todo dia.
Independente disso, apostamos sim que o trabalho vai crescer mais
ainda.
CODIMUC - Há notícias de que outros cantores e cantoras
católicos estão fechando contratos de distribuição com a Som
Livre, a exemplo do Pe. Fábio de Melo. Como vocês vêem esse
novo momento? A saída da música católica é atingir a
mídia secular?
Rogério - Primeiramente vejo com alegria. Já diz o
ditado que uma andorinha só não faz verão. Quanto mais gente,
melhor. Juntos, teremos mais força, seremos mais representativos.
Por outro lado, é um engano achar que o caminho seria ir todo
mundo para uma gravadora secular, isso seria um erro. Tem que ir
quem estiver vocacionado, o mercado secular é uma frente vital de
evangelização (de outra forma, não seria evangelização). Mas existe
necessidade, como missão e como arte, de existir grupos, cantores e
até mesmo gravadoras com o foco exclusivamente dentro da Igreja. É
necessário que haja músicas para nossa Liturgia, para nossos
retiros e encontros, para nossos louvores, para nossas orações
silenciosas.
CODIMUC - Na opinião de vocês, a que se deve esse interesse
de gravadoras seculares pela música católica? Isso é um sinal claro
de que a música católica não fica devendo em nada a outros tipos de
música?
Rogério - Gravadoras seculares não têm visão
missionária, o que é perfeitamente normal e compreensível (e isso
não faz delas demoníacas). Quando elas olham para um artista,
tentam visualizar duas coisas, não necessariamente juntas:
potencial de venda e qualidade artística. É interessante para eles
quando o artista vende bem. Ou, se não vende bem, que seja muito
bom, porque eles precisam de nomes que agreguem qualidade, isso é
bom para a imagem deles. Acredito que eles estejam enxergando em
nosso meio duas coisas que no mercado secular estão se tornando
raras: os discos católicos vendem razoavelmente bem e em nosso meio
há artistas de qualidade e talento. Que gravadora não deseja isso?
Eles finalmente começaram a enxergar.
CODIMCU - Quais os projetos da banda Rosa de Saron para
2009? Vocês têm em vista o lançamento de um novo CD de
inéditas?
Rogério - É muito cedo pra falar de um novo
trabalho, o DVD acaba de ser relançado e ele ainda tem muito gás.
Comprovadamente, ele ainda desperta um grande interesse nas
pessoas. Nosso principal projeto é investir na divulgação mais
ampla desse trabalho. Por outro lado, ainda temos todo o
ano pela frente, muita coisa pode acontecer. Ideias malucas sobre
coisas novas temos todos os dias (risos), vontade de entrar em
estúdio novamente também, vamos ver o que gente consegue organizar
e também o que Deus tem preparado para a gente nesse sentido.
Concretamente, ainda não temos nada programado.
CODIMUC- No próximo trabalho a banda retorna ao
elétrico ou ainda vai trabalhar mais um pouco a sonoridade
acústica?
Rogério - O próximo trabalho retorna ao elétrico
com certeza. O acústico tem sido maravilhoso, tem sido uma
experiência gratificante e quando acabar vai deixar a gente
morrendo de saudade, mas a essência da banda é elétrica, nossa
pegada é tocar em pé (risos).
CODIMUC - Deixa uma mensagem para o público que curte o
Rosa de Saron por todo esse Brasil.
Rogério - Rosarianos, estamos diante de um novo
desafio. Esse desafio não é só da banda, mas de todos nós, que
sonhamos com uma nova evangelização, que somos apaixonados por
música católica e queremos vê-la reconhecida e valorizada. Esse
desafio é gigantesco e Deus conta com poucos, mas quando nos unimos
na oração, na comunhão, no amor, vencemos exércitos muito mais
numerosos que o nosso. Estamos diante de uma oportunidade de
fazermos diferença, de fazer com que nossas vozes finalmente sejam
ouvidas. Se existe um momento exato para nos darmos as mãos, então
esse momento é agora. A Igreja conta conosco e os que estão
fora dela anseiam por aquele a quem anunciamos: Jesus Cristo. Deus
abençoe vocês.
Fonte: Codimuc ( www.codimuc.com.br )

Nossa Rogerio li o Livro do Rosa d++!!! Sinceramente o melhor livro ke ja li em tda minha vida(i olha ke não foram poucos) poxa, cada palavra lida i refletida, foi como si eu estivessi ali passando por tds os momentos com vcs... Incrivel!! Sempre gostei do Rosa maiis esse livro mi fez ser uma VERDADEIRA fã e fortaleceu muito a minha fé e acredite as letras das musicas e as explicações me serviram como concelho...! E muitas vezes eh cm elas que eu acolho e evangeliso alguem. Vocês estão de parabens. Cada dia mais abençoados! Continuem assim cheios de talento e amor i cm o s2 humilde como sempre foi..!

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